Neurodivergente
Pessoa cujo funcionamento neurológico é diferente do padrão considerado neurotípico, como pessoas autistas, com TDAH, dislexia, entre outros perfis.
Um guia simples para entender conceitos importantes usados em eventos, atendimento, acessibilidade e inclusão de pessoas neurodivergentes.
Pessoa cujo funcionamento neurológico é diferente do padrão considerado neurotípico, como pessoas autistas, com TDAH, dislexia, entre outros perfis.
Pessoa cujo funcionamento neurológico se aproxima do padrão socialmente considerado típico.
Sigla para Transtorno do Espectro Autista. É uma condição do neurodesenvolvimento que pode impactar comunicação, interação social, comportamento e processamento sensorial.
Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Pode envolver dificuldade de atenção, impulsividade, hiperatividade, organização e regulação emocional.
Quando sons, luzes, cheiros, movimentos ou excesso de estímulos ficam intensos demais para a pessoa processar com conforto.
Comportamentos repetitivos usados para autorregulação, como balançar o corpo, mexer as mãos, repetir sons ou manipular objetos.
Resposta intensa a uma sobrecarga emocional ou sensorial. Não é birra; é uma reação de perda temporária de controle diante de excesso de estímulos.
Resposta de desligamento diante de sobrecarga. A pessoa pode ficar silenciosa, imóvel, com dificuldade de falar ou reagir.
Conjunto de condições que permitem participação com autonomia, segurança e igualdade em espaços, serviços, comunicação e experiências.
Preconceito ou discriminação contra pessoas com deficiência, baseado na ideia de que existe um corpo ou forma de funcionamento superior.
Forma de comunicar informações de maneira clara, simples e compreensível para diferentes públicos.
Planejamento de produtos, espaços e serviços para que possam ser usados pelo maior número possível de pessoas, sem necessidade de adaptação posterior.
A Acollo ajuda empresas e organizadores a transformar termos em prática: comunicação clara, acolhimento, suporte sensorial, acessibilidade e treinamento de equipes.
Inclusão na prática
Entender os termos é o primeiro passo. Planejar experiências acessíveis é o próximo.
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